Estas capacidades avançadas tornam o BMR465 preparado para futuros sistemas de arquitetura de energia definida por software (SDPA), que os arquitetos de sistemas de energia prevêem como o caminho a seguir para alcançar arquiteturas de rede altamente eficientes e otimizadas em termos energéticos até 2020.
O conversor POL BMR465 pode operar como uma unidade independente de 90 A ou como parte de um sistema de alimentação maior, quando as placas de processador requerem maior corrente. Construídos com uma topologia bifásica, quatro módulos BMR465 podem ser ligados em paralelo para fornecer até 360 A. Os módulos BMR465 podem ser integrados num sistema de alimentação multifásico e com múltiplos módulos (até oito fases), o que permite a difusão de fase, reduz a corrente de pico e minimiza o número de condensadores necessários nos sistemas finais.
O BMR465 é totalmente compatível com os comandos PMBus e foi integrado no software Ericsson Power Designer, facilitando aos arquitetos de sistemas a simulação e configuração de sistemas multifásicos e com múltiplos módulos antes da implementação, o que permite ganhar tempo valioso para o lançamento no mercado.
Patrick Le Fèvre, Diretor de Marketing e Comunicações da Ericsson Power Modules, comenta: “A arquitetura de energia definida por software é cada vez mais vista no setor como a melhor forma de otimizar a utilização de energia nas redes de dados e torná-las mais eficientes energeticamente. A otimização de energia a nível granular foi a origem da investigação em energia digital da Ericsson, iniciada em 2004. Agora, com diversas inovações no setor da energia digital, o BMR465 é uma prova do nosso compromisso em apoiar os nossos clientes hoje com tecnologias concebidas para o futuro. Além disso, o BMR465 está também em conformidade com a nova norma ‘teraAMP’ do grupo de empresas Architects of Modern Power (AMP), garantindo produtos interoperáveis para clientes com múltiplas fontes de energia.”.
Concebido para oferecer um desempenho de topo, o BMR465 incorpora técnicas de modulação "sem compensação", proporcionando automaticamente estabilidade, regulação precisa da linha e da carga e um excelente desempenho transitório numa vasta gama de condições de funcionamento. O controlo de carga não linear garante um laço de controlo estável e uma resposta ao degrau de carga num único ciclo de comutação, oferecendo uma estabilidade incomparável e minimizando os condensadores de filtro, poupando custos e espaço na placa.
Operando com entradas de 7,5 V a 14 V, o BMR465 pode funcionar numa vasta gama de tensões de nó intermédias, de 8 V a 14 V, estando em conformidade com o esquema de tensão de barramento dinâmica (DBV) implementado no SDPA e reduzindo a dissipação de potência e poupando energia. A tensão de saída padrão de fábrica é de 1,2 V, mas pode ser ajustada de 0,6 V a 1,8 V através de uma resistência de pino ou de comandos PMBus. Como parte do SDPA, o escalonamento adaptativo de tensão (AVS) também pode ser implementado através de PMBus, ajustando a tensão de saída do BMR465 para a tensão de núcleo otimizada, conforme exigido pelo processador.
Concebido para aplicações de energia crítica em equipamentos empresariais e de rede de alta densidade, o circuito de alimentação BMR465 garante a máxima eficiência e fiabilidade, sendo construído com a mais recente geração de semicondutores de potência. Isto permite que o módulo ofereça 94,3% de eficiência com meia carga, entrada de 12 V e saída de 1,8 V, bem como um MTBF de 14,95 milhões de horas (com base no Telcordia SR-332 Edição 2, Método 1)
O BMR465 está disponível em duas configurações mecânicas, com as respectivas dimensões de 50,8 x 19,05 x 10,0 mm (montagem horizontal) e 50,8 x 9,51 x 19,05 mm (System-in-Package). Ambas as configurações partilham as mesmas entradas e saídas funcionais, simplificando o design da placa ao combinar diferentes encapsulamentos para acomodar vários métodos de refrigeração. Atualmente disponível na versão para montagem em furo passante, uma versão para montagem superficial do BMR465 estará disponível em breve.
O BMR465 também apresenta um arranque monotónico e suave, proteção contra sobretensão na entrada, proteção contra sobreaquecimento, proteção contra curto-circuito e sobretensão na saída, bem como pinos de deteção Power Good e diferencial.
* 3E - Desempenho melhorado, gestão de energia e valor para o utilizador final são os principais benefícios da gama 3E de conversores CC/CC controlados digitalmente da Ericsson.
Sobre a AMP (Modern Energy Architects): O Grupo AMP é um consórcio de empresas líderes do setor energético que colaboram para criar um padrão de facto para projetos de arquitetura de energia distribuída, definindo e desenvolvendo conjuntamente um roteiro para soluções energéticas avançadas. É composto pela CUI Inc., Ericsson Power Modules e Murata Power Solutions. O consórcio visa definir o futuro da energia, fornecendo um ecossistema abrangente para projetos de energia distribuída, oferecendo as melhores soluções tecnológicas e reduzindo os riscos da cadeia de abastecimento.
