O projeto, denominado "Contador de Pessoas", pode ser instalado em menos de uma hora e regista o número de pessoas que entram e saem de uma determinada área, indicando quando é seguro permitir a entrada de mais pessoas, mantendo o distanciamento social recomendado. Isto é particularmente útil em estabelecimentos comerciais onde o distanciamento social seguro pode ser difícil de aplicar.
Dois sensores de proximidade fotoelétricos, ou barreiras fotoelétricas, detetam a direção do movimento, enquanto um PLC (Programmable Logic Controller) miniaturizado calcula o número de pessoas que entram e saem da loja em tempo real. Um ecrã táctil CAN protegido por palavra-passe é utilizado para pré-definir o número máximo de pessoas e também funciona como um "semáforo", ficando verde quando o acesso é concedido e vermelho quando o acesso é negado. Há também um alerta sonoro.

O autómato processa os dados e controla o visor.
O projeto é muito simples. Todos os componentes podem ser adquiridos na RS Components. Encontrará a lista completa de materiais, os dados 3D, o software e os manuais na comunidade de engenharia RS DesignSpark. Um breve vídeo também fornece instruções sobre como montar o sistema.
Daniel Barth, Diretor Executivo da BARTH Elektronik, que concebeu o sistema, comentou: "A ideia surgiu do desafio que muitas empresas enfrentam ao tentar limitar o número de pessoas nas suas lojas. Manter um limite máximo razoável pode reduzir a probabilidade de propagação do vírus por contacto humano. Era importante encontrar uma solução fiável e sem contacto que pudesse proteger a saúde pública, evitando o custo extra de contratar pessoal adicional para controlar o número de pessoas."

Mike Bray, Vice-Presidente de Inovação da RS, acrescentou: “Este é um projeto simples que pode ter um enorme impacto positivo na forma como os retalhistas ajudam a proteger os seus clientes enquanto fazem compras. Convidamos todos os fabricantes interessados ​​em contribuir para o combate ao vírus a estudar este projeto e a analisar como podem apoiar as empresas nos seus países e, talvez, ajudar estes retalhistas a implementá-lo. Os fabricantes podem realmente fazer a diferença”.

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